Migrando…

4 05 2011


estou publicando agora aqui:





DO CHÃO AO CÉU

16 03 2011


Hoje acordei caindo.
Mas uma queda às avessas.
Caindo para o céu.
Do chão.
Quase tocando o infinito.
Quase.
Caio.

“Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso” (Caio F. Abreu)





Como se…

12 06 2010

É como estar sozinha
não estando
É como estar calada
cantando
É como estar sorrindo
chorando…

M.

Estava com saudades de Caio, Hoje assiti uma boa peça de tetaro baseado em um de seus contos. “Além do ponto”. Sempre caio…





Quando as palavras faltam… (Sobre os saberes)

11 05 2010

Que saudade das conversas superficiais e verdadeiras dos corredores da faculdade no intervalo
entre uma (J)aula e outra…
No fim, o que fica de melhor é o que escapa às cavernas de burocratizar o saber. Aquele produzido no gozo, aquele que não se encerra nas atas de reuniões com meia dúzia de burocratas, que se chamam educaDORES.
O que fizeram com os afetos?
Por que toda essa distância se são os corpos que ocupam (ainda) os espaços?
Ah! Sim! Que queimem todas as atas e ofícios e memorandos…
Que o fogo contamine os correDORES e que deles escapem apenas aquelas boas, superficiais e verdadeiras conversas, no fim é disso que senti (re) mos falta…

M.





Faísca…

9 02 2010

Entre tua voz e teu silêncio, uma fenda.
Converso com tua sombra e rio do teu riso – chove dentro de mim… Mas uma chuva mansinha de fim de tarde…
O peso de meu sono se transfigura pela lucidez do sonho.
Flutuo…
Caio!
Balanço de rede.
Nada estou.
(Faísca de fogo)





Horizontes

5 11 2009

infinito
Quantos horizontes cabem em mim…


Quantos horizontes cabem em mim?

Quantos horizontes cabem em mim!

Quantos horizontes cabem em mim.

horizonte





Amanhecer…

23 10 2009

Me abandonei de mim quando eu era uma torre de lembranças de um passado sempre presente. Tentei me abandonar. Mas a minha memória transformada em cárcere mantinha-me como única prisioneira em uma sela sempre tão iluminada. As imagens tão nítidas. As cores do que nunca aconteceu…toulouse-lautrec_bed
“Assim fostes a outra metade do amanhecer que não alcanço jamais” (Sílvio Rodrigues)